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Terça-Feira, 28 de Junho de 2022

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Suicídio registrado em Orleans. Como lidar com essa situação

Infelizmente um suicídio foi registrado em Orleans neste final de semana. Trata-se de ocorrência de suicídio de um masculino de 68 anos de idade

Autor: EA Notícias

Geral

20 de Junho de 2022


20/06/2022 10h21 - Atualizado em 20/06/2022 10h29


CONVERSE SEM JULGAR!

O diálogo e a transparência são elementos fundamentais na prevenção. Ao falar com alguém que demonstra ideação suicida, devemos ter uma abordagem acolhedora e sem nenhum tipo de preconceito. É preciso ter interesse pleno em ajudá-la e fazer as perguntas que vão dimensionar em que fase do processo ela está. “O desejo de se matar precisa deixar de ser tabu para ser sintoma de um sofrimento psíquico que, aliviado, impede o suicídio”, afirma o dr. Mauro (psiquiatra e coordenador do departamento jurídico do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp)

 

A Polícia a Militar esteve no local junto com a Guarnição da Corpo de Bombeiros de Orleans, ao chegar na residência o homem foi encontrado no chão da cozinha e já sem os sinais vitais.

 

Acionado a Polícia Civil juntamente com o IGP e IML que se fizeram presente ao local do ocorrido. O fato ocorreu neste final de semana em Orleans no Sul e Santa Catarina.

 

COMO LIDAR COM O LUTO PELO SUICÍDIO DE UMA PESSOA QUERIDA.

"É um luto mais intenso, duradouro, repleto de 'por quês' e com muito estigma", relata a psicóloga Karen Scavacini, mediadora do grupo de apoio, destinado a pessoas enlutadas pelo suicídio. "Muitas vezes a família estendida e os amigos se afastam ou não sabem como falar do tema, deixando essas pessoas em situação de grande vulnerabilidade."

 

Essa vulnerabilidade se reflete no fato de que parentes e pessoas próximas de suicidas têm risco até dez vezes maior do que o restante da população de, eles próprios, tentarem tirar a própria vida.

 

E isso só será mitigado, segundo especialistas consultados pela BBC News Brasil, se a sociedade combater o estigma que envolve o suicídio e a saúde mental, bem como deixar de buscar "a causa" ou "o culpado" pela morte - que é multicausal e às vezes decidida de modo impulsivo, em um momento de desespero.

ATENÇÃO: Imagem Ilustrativa

Fonte: Imagens site https://www.uniad.org.br/ Por Adriana Moraes

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